Logística Empresarial

Num mundo competitivo como o que vivemos atualmente, é fundamental para as empresas se manterem competitivas perante a concorrência. Isso significa fornecer produtos e serviços com preços baixos, qualidade e atendimento diferenciado. A Logística Empresarial torna isso possível através da gestão integrada dos recursos disponíveis, bem como das informações geradas a partir da interação entre estes recursos (processo).

Para realizar essa gestão integrada, é necessário primeiro PLANEJAR!

Planejar é se colocar no futuro, exatamente no ponto onde se quer chegar (objetivos e metas). Então, olhar para trás e ver qual o caminho percorrido para chegar onde está. Feito isso, coloca-se tudo no papel de forma estruturada e organizada, definindo e dimensionando cada tipo de recurso de acordo com as atividades que serão executadas. Ao planejar uma operação, deve sempre-se levar em conta que as metas e objetivos devem ser alcançáveis.

O planejamento é uma fase estratégica da gestão integrada, e, por isso, é fundamental ser eficaz nas decisões a respeito dos recursos que serão utilizados. Ser eficaz significa fazer a coisa certa, afinal, recursos inadequados podem gerar perdas e falhas na execução dos processos, o que representa aumento de custos. Recursos em excesso podem acarretar em movimentações excessivas, avarias, imobilização do capital investido, obsolescência, necessidade de mais espaço, etc., o que também acarreta aumento nos custos. Já a falta de recursos pode acarretar no não atendimento da demanda, gerando o chamado “custo de não venda“. 

Todos estes “custos adicionais” encarecem o preço final do produto, mas como o consumidor não consegue enxergá-los, não está disposto a pagar por eles.

O próximo passo é EXECUTAR! 

Executar é transformar tudo o que foi planejado em ação. Fazer a aquisição/ contratação dos recursos e disponibilizá-los para a operação, do jeito que foi planejado. É fazer a operação acontecer. A execução faz parte da fase operacional, e portanto, deve ser o mais “eficiente” possível. Ser eficiente significa fazer as coisas do jeito certo.

Com os processos em andamento, é preciso começar a CONTROLAR!

Ao longo do processo produtivo devem ser determinados pontos de controle em cada uma das atividades consideradas “críticas”. Nestes pontos deverão ser anotados dados referentes à “produção”. 

Com estes dados em mãos, serão gerados os indicadores de desempenho (KPI’s), que nada mais são do que ferramentas de acompanhamento dos processos, que possibilitam ações em tempo real em casos de desvios do que havia sido planejado, ou ainda, possibilitam desenvolver melhorias para o atingimentos de melhores resultados (redução dos custos por exemplo).

Os indicadores de desempenho devem ser desenvolvidos de forma que sejam um retrato fiel da operação em andamento. Devem ser em número suficiente para que não se tornem apenas números aleatórios jogados num quadro.

Com as informações nas mãos é hora de AGIR!

Agir significa tomar as medidas cabíveis para que o processo se mantenha dentro do planejado. Para isso deve ser elaborado um “PLANO DE AÇÃO” onde devem constar as ações necessárias, os responsáveis pela sua execução, os prazos, os custos e o descritivo de como realizá-las.

É importante garantir que este ciclo nunca pare de funcionar. Isso garante à empresa a melhoria contínua dos processos operacionais, garantindo cada vez mais produtividade, menos custos e qualidade superior.

 

 

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